O bom atendimento é contagiante!

3 de abril de 2012

 

 

Você já deve ter vivido a experiência de ser bem atendido em alguma empresa ou loja… certo?

Tenho certeza que você saiu de lá se sentindo bem, e que se foi um dia em que você estava enfrentando algum tipo de problema, naquele momento ficou quase imperceptível… não é?

O bom atendimento, assim como o bom humor é contagiante! Experimente em um dia que você não estiver muito legal, procurar encontrar aquele grupo de amigos que fale um monte de baboseiras e que dão risada de tudo, seus problemas se resolvem!
Portanto, preocupe-se em tornar a sua empresa uma boa experiência para o seu cliente! Pense que ele deve sair com a sensação de bem estar e alegria!

O vendedor deve se preocupar no momento da venda em fazer seu cliente sorrir, mas sem piadas prontas ou nada programado, seja espontâneo! Pergunte como foi o dia dele ou como foi o final de semana, preocupe-se em conhecer a sua história e seus gostos. Isso faz a diferença!

O que é o bom atendimento?

Vamos começar com uma comparação:
Porque o jogador Pelé é considerado um dos melhores da história? Só por sua habilidade? Por sua facilidade em conduzir a bola? Pelos seus inesquecíveis gols?… Será?
Dizem, que quando todos terminavam seus treinos, Pelé, ainda iniciante, continuava lá, treinando por mais um tempo sozinho… Imagina a bagagem que ele assumiu nesse tempo?!

Os bons serão sempre os que treinaram mais para conquistar. Vendedor, leia muito! Leia revistas, livros, artigos na internet, devore tudo o que você encontrar que vai ajudar no seu desenvolvimento profissional!

O Sucesso está em você, e você só precisa descobrir onde ele se esconde!

SUCESSO!

 

 

 

 

 

Lucas Chiminazzo

Lucas Chiminazzo é consultor e palestrante especialista no mercado de cartuchos e insumos. Ele direciona seu trabalho em desenvolver profissionais nas áreas de vendas, liderança e motivação.

Quando a venda é mais importante que o cliente

20 de março de 2012

Vender é bom? É ótimo! Agora o que não pode é priorizar as vendas mais do que priorizar seu cliente!

Eu, muitas vezes, ’bato na tecla’ de VENDER BEM, que significa vender com qualidade. É importante que exista uma força de vendas, que se trabalhe com o número, com metas, mas, coloque metas de satisfação também!

Seu cliente é fiel? Seja fiel a ele!

Não adianta cobrar fidelidade de alguém que você vê apenas como um cifrão! Treine sua equipe para individualizar o atendimento e tornar seu cliente único. Seguem as dicas:

- Trate seu cliente pelo nome, e repita o nome dele na ligação (ou pessoalmente) algumas vezes. Ouvir o seu próprio nome traz uma sensação de bem estar, de ser relevante.

- Ligue não somente para oferecer, faça a pós-venda perguntando antes como ele está de saúde e como foi o final de semana ou a semana. Isso faz toda a diferença!

- Quando seu cliente ligar desesperado, com problemas, ouça-o atentamente e busque uma rápida solução, não devolva a grosseria com grosseria, pois seu cliente pode estar sendo pressionado por ter tomado a decisão de comprar com a sua empresa.

- Não diferencie e nem subestime a capacidade de seu cliente, cada um compra de uma forma e cada um trabalha com seus limites de compra. Comprar pouco ou “chorar” descontos é estratégia de bons compradores, ao invés de achar ruim, TREINE para quebrar essas objeções.

- Seu cliente é diferente, pensa diferente e age diferente de você. Não imponha regras, explique, e caso elas forem necessárias mostre para ele as vantagens de segui-las.

- Se for anunciar uma promoção de um único dia, que seja um único dia mesmo! Não engane seu cliente vendendo uma promoção de “sexta-feira” se na segunda o preço é o mesmo!

Relacionamento com o cliente é o que mantém a solidez de suas vendas e a satisfação do mesmo, venda sempre com a consciência de que deve vender mais de uma vez! Vender sempre!

SUCESSO!

 

 

 

 

 

 

 

 

Lucas Chiminazzo

Lucas Chiminazzo é consultor e palestrante especialista no mercado de cartuchos e insumos. Ele direciona seu trabalho em desenvolver profissionais nas áreas de vendas, liderança e motivação.

 

Master Ink em parceria com PAM Saúde

9 de março de 2012

A Master Ink está sempre preocupada com sua equipe e por com isso acaba de dar mais uma demonstração de sua preocupação com a qualidade de vida de seus colaboradores. A empresa firmou parceria com o plano de saúde PAM Saúde, que dá direto a consultas, exames, internações e cirurgias, extendendo também para os familiares.

 

 

 

Vender na dificuldade

27 de fevereiro de 2012

Vamos tratar de um assunto polêmico: O esfriamento do mercado.

Nas minhas “andanças” como consultor, me deparo com as mais diversas realidades do mercado. Existem empresas que nem balançam, em compensação, outras estão vivendo dentro de um furacão.

Questionando, ouço muitos argumentos, mas o mais comentado é o aumento dos compatíveis.

Nada diferente de uma realidade que vivemos no passado, onde a principal reclamação das vendas era a briga com o original.

Tenho a memória de que falar o nome REMANUFATURADO era o motivo de perder uma venda, e o principal foco era mostrar que o remanufaturado era igual ao original e aí surgiram todas as frases clichês que conhecemos: “Você pode comparar o rendimento, é exatamente igual!” ou “A única diferença é que é fabricado pela minha empresa e isso o torna muito mais barato…”, em seguida veio a guerra com as empresas “nascentes” que conseguiam cobrar muito menos por um produto (sendo que não possuíam uma fórmula mágica, muitas nasceram na residência do proprietário, tendo ele como vendedor, técnico e entregador) enquanto as já crescidinhas tinham que dispor de diversos funcionários o que inflava o valor final do produto.

Agora vejo a ameaça dos chineses com seus compatíveis e mais uma vez ouço: “o mercado está em crise, não dou muito tempo para que deixe de existir… “.

Mais uma vez?!

Recicladores, não sintam-se ameaçados! Não vim neste artigo trazer o mapa da mina, só quero que vocês entendam que o mercado não vai acabar, o máximo que pode acontecer é mudar o cenário.

Lembro que um cartucho HP 51649 vazio custava muito no passado. Eram brigas para conseguir um pois clientes pediam e a empresa não tinha o produto. E Xerox 8R7638 então? Era ruim para achar e pior ainda para fazer… E quanto vale hoje? O mercado acabou? Estamos enfrentando dificuldades após a baixa(ou quase nula) venda deles?

Não é só o nosso mercado que enfrenta a “Ditadura Chinesa”, basta um passeio pela saudosa Rua 25 de Março (reduto das compras populares em São Paulo) que você encontra alternativa para tudo.  Não é porque existe um produto chinês que custa 10% do que costumávamos consumir habitualmente (muitas vezes chineses também) que o produto original deixará de existir. Ou ele se adéqua (em questão de preço) à nova realidade, ou passa a comercializar o produto chinês e vamos ganhar no leilão!

Entendo e respeito todos os protestos que estão sendo feitos na internet, e acho que estão certos. Não devemos nos calar quando nos sentimos ameaçados, mas acredito que não basta ficar de braço cruzado esperando como será resolvido, devemos ir e fazer.

Ou assume a briga e vai à luta contra os chineses, ou adéqua seu produto a nova realidade, ou ainda, passe a comercializar o produto chinês…

Indignação não aumenta faturamento.

Agora, trabalhe para que seu cliente continue com você e comprando seu produto.

Onde a vantagem é maior na compra do compatível? No preço?

Uma Ferrari é mais cara do que um carro popular e nem por isso o fabricante faliu.

Mostre o diferencial da sua empresa e com certeza você terá sucesso!

Treine sua equipe comercial, bonifique, motive com freqüência. Acredito que devemos dedicar uma força maior para a realidade dentro do seu negócio que muitas vezes está esquecida ou acomodada.

Verifique se:

- Seus vendedores estão motivados? Acreditam no potencial de sua empresa?

- Seu cliente recebe o produto no horário combinado? Qual a aparência do produto que chega nas mãos dele?

- Você está preocupado em como envia um e-mail? Qual a linguagem que você utiliza para falar com seus clientes?

- Você divulga seu produto? As pessoas sabem todos os produtos que sua empresa vende?

- Você trata a sua empresa com a singularidade que ela deve ter? Ou você acha que ela é apenas mais uma empresa no mercado?

Falando diretamente para o empresário que pode estar lendo essa coluna, peço que você avalie sua equipe como um todo, e veja se você faz algum daqueles tópicos que coloquei acima!

Como você acha que sua empresa pode vender mais? Vender mais e vender melhor são coisas completamente diferentes, mas que se completam no resultado final. Vender melhor é cuidar da qualidade do seu negócio, e vender mais é aumentar em números mesmo, mas uma coisa deve andar colada a outra, é qualidade com aumento de faturamento. Além de outro fator extremamente importante:

Com as vendas que você já possui hoje, você enfrenta problemas? Demora na entrega? Baixa na qualidade? Sobrecarga de seus funcionários? E se amanhã em um passe de mágica você dobrar suas vendas? O que vai acontecer com sua empresa?

Se você sentiu que recentemente você teve uma baixa considerável nas vendas, mas seus problemas com os processos continuam os mesmos, volto aos tópicos e digo que você deve reavaliar o que está fazendo e principalmente: Como está fazendo!

Ouça o que os seus vendedores falam, entenda a necessidade do seu cliente e não leve tudo o que acontecer de ruim como um fato para o desânimo, aproveite a dificuldade e a transforme em oportunidade.

Quantas empresas nasceram da crise? E o que você está esperando para mostrar para o mercado quem é sua empresa e o que ela faz?

Sempre aconselho meus clientes a ter um “Plano B” em tudo o que for fazer na sua empresa, pois até o fato de ela estar aberta faz parte de uma estatística dos 50% de chance de dar certo. Então os outros 50 deve ser de batalha constante e busca pela melhoria.

Então vamos combinar, menos reclamações e mais ações! Assim reverteremos o quadro e chegaremos ao topo.

Acredito em seu potencial!

SUCESSO!

Lucas Chiminazzo


 

 

 

 

 

Lucas Chiminazzo é consultor e palestrante especialista no mercado de cartuchos e insumos. Ele direciona seu trabalho em desenvolver profissionais nas áreas de vendas, liderança e motivação.

Fonte: Revista Reciclamais

Pequenas empresas de Maringá faturam R$ 132 milhões com exportações

12 de fevereiro de 2012

As dez maiores empresas exportadoras de Maringá são responsáveis por 97% de tudo o que é vendido ao exterior – muita soja, açúcar e carne, vendidos em grande quantidade. Mas os 3% restantes não são nada desprezíveis e foram conquistados com o trabalho de pequenas e médias empresas dos mais variados segmentos, que ampliaram as fronteiras e descobriram clientes em todos os continentes.

As pequenas e médias empresas exportadoras de Maringá faturaram R$ 132 milhões no exterior no ano passado. Elas provam que, quando o produto é bom, não há crise europeia ou cotação do dólar que impeça um bom negócio.

Com apenas 50 funcionários, a indústria maringaense Master Ink teve crescimento de 156% nas vendas para o exterior entre 2010 e 2011. Enquanto muitos fabricantes nacionais reclamam da competição chinesa, a empresa transformou o problema em vantagem.

A Master Ink importa peças e equipamentos da China, Coreia do Sul e Estados Unidos por preços que não encontraria no Brasil. Em Maringá, há uma linha de produção para fabricar máquinas de remanufatura de cartuchos e toners de impressora – uma ideia bem brasileira. As máquinas da Master Ink são exportadas para vários países, com destaque para Espanha, Portugal, Argentina, Chile, Paraguai e México.

Crise na zona do euro? Para a empresa maringaense, o ano passado foi de ótimos negócios no Velho Continente. “A situação de Portugal e Espanha oferece oportunidade para um produto mais econômico e de qualidade, que garante uma impressão igual ao dos cartuchos originais”, explica a analista de comércio exterior da empresa, Marcelle Mercúrio de Campos Lima. Grande parte das exportações vai por via aérea.

A Master Ink começou a exportar esporadicamente em 2009 e profissionalizou a opção em 2010. Desde que começou a vender no exterior em grande escala, o quadro de funcionários aumentou 20%. Cerca de 70% da produção ainda ficam no Brasil, mas os negócios no estrangeiro não param de crescer. “Utilizamos muito a internet, sites como o AliBaba, que trazem clientes novos todos os dias”, destaca Marcelle.

A Maquinas Limeira aumentou em 338% o volume exportado entre 2010 e 2011. A empresa maringaense vende máquinas para a limpeza, polimento e classificação de cereais de mesa, como o feijão. Com o avanço das economias latino-americanas nos últimos anos, os pedidos não param de aparecer. “Atendemos clientes na Argentina, Chile, Peru, Bolívia, Venezuela, Nicarágua, Costa Rica e Honduras”, diz José de Azevedo, que cuida das exportações da empresa.

Com 60 empregados, a Máquinas Limeira tem o foco no mercado interno, mas não deixa de atender os clientes externos. “Deixamos esse lado externo para tradings, que nos trazem os pedidos e sabem fazer toda essa parte burocrática”, comenta Azevedo. “Não perdemos negócios jamais”, completa.

Recorde

Atendendo pequenos, médios e grandes exportadores, o Instituto Mercosul, órgão de fomento ao comércio exterior da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), bateu recorde de emissão de certificados de origem em janeiro. Foi o mês com maior número de emissões desde a implantação do serviço, em 2000. Só no mês passado, foram emitidos 128 certificados de origem, aumento de 120% em relação ao janeiro de 2011.

A presidente do Instituto Mercosul, Renata Mestriner, afirma que o crescimento está associado à diversificação de mercados que as empresas da região estão buscando. “Apesar de a balança comercial brasileira ter atingido o pior desempenho para o mês de janeiro desde 1973, as empresas da região de Maringá estão buscando diversificar mercados para tentar manter seu nível de exportação”, avalia Renata

O certificado de origem é um documento utilizado na exportação para países que possuem acordo comercial com o Brasil. Esse documento é utilizado para provar que a mercadoria exportada é brasileira e, por isso, pode gozar de benefícios tributários na entrada no país de destino. Empresas locais, como a Master Ink, fazem uso do serviço em Maringá mesmo.

Com o cenário de crise na Europa, Renata destaca que as empresas da região de Maringá passaram a buscar mercados nos continentes africano e asiático, além de fortalecer relações comerciais com países da América Latina.

Por: Vinícius Carvalho – Jornal oDiário

http://maringa.odiario.com/maringa/noticia/541897/pequenas-empresas-faturam-r$-132-milhoes-com-exportacoes/